PSF do Centro realiza palestra sobre sífilis

Equipe da Saúde abordou o tema na SIPAT do Hiper ABC de Santo Antônio do Monte
Publicado em: 28 de Agosto de 2017. Última Atualização: 28 de Agosto de 2017


Na última quinta-feira (24), uma equipe de profissionais do PSF do Centro realizou Grupo Operativo com funcionários do Hiper ABC de Santo Antônio do Monte pela SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho), para conscientizá-los sobre a Sífilis.

A SIPAT representa o período onde são realizadas atividades direcionadas a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. É uma das atividades obrigatórias para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA)  e seu principal objetivo é promover conhecimento e conscientizar os funcionários sobre prevenção de acidentes, saúde e segurança no local de trabalho. Como já diz no significado de sua sigla, ela é realizada no período de uma semana dentro do horário de trabalho e é um evento que ocorre anualmente.

 

SAIBA MAIS SOBRE A SÍFILIS

A Sífilis é uma infecção bacteriana (Treponema pallidum), que tem cura e tratamento garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A maioria das pessoas diagnosticadas com essa Infecção Sexualmente Transmissível (IST) tende a não ter conhecimento da infecção, podendo transmiti-la aos seus contatos por meio de relação sexual (anal, vaginal e/ou oral) ou, até mesmo, durante a transfusão sanguínea rara, mesmo com a triagem rigorosa das bolsas de sangue. A sua principal forma de prevenção é utilizando o preservativo, seja ele masculino ou feminino, em todas as relações sexuais (anal, vaginal e oral).

Para ter acesso ao diagnóstico, o usuário do SUS poderá ser encaminhado para a realização de exames de sangue (VDRL) e também do Teste Rápido, exame baseado na presença de lesões típicas na pele e mucosas disseminadas, além da coleta do chamado líquido cefalorraquidiano.O tratamento da sífilis é feito, na maioria dos casos, com a penicilina e pode durar, em média, de 7 a 14 dias, dependendo da fase da doença. Se não tratada a tempo, a sífilis pode comprometer o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular, além de órgãos como olhos, pele e ossos.

As pessoas que tiveram contato sexual sem proteção – caso haja a manifestação de algum sintoma característico da doença, é fundamental buscar uma Unidade Básica de Saúde.

 

SÍFILIS CONGÊNITA

Transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou no momento do parto, a sífilis congênita pode causar complicações como nascimento prematuro, baixo peso ao nascer, pneumonia, anemia, má-formação e até acometimento cerebral. Para que isto não ocorra, é fundamental que todas as gestantes iniciem o pré-natal logo no início da gravidez e realizem todos os exames necessários. Mesmo que a sífilis seja diagnosticada na mãe, por meio de um tratamento adequado é possível evitar que o bebê nasça com a sífilis congênita.

A sífilis congênita tem cura e tratamento gratuito disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As gestantes e seus parceiros devem fazer os exames de diagnóstico e em caso de resultado positivo, é fundamental que o parceiro também procure os serviços de saúde e passe pelo tratamento. Dessa forma, a reinfecção por sífilis é evitada e a saúde da mãe e do bebê ficam garantidas.




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